Monkey-pox. O que é? Quais são principais sintomas?

O que é o Virus do Monkeypox?

A história do vírus da monkeypox remonta ao século XIX, quando os primeiros casos foram relatados na África Ocidental. Em 1970, foi descrito pela primeira vez como uma doença diferente da varíola humana. O vírus foi isolado pela primeira vez em um macaco do laboratório em 1970, e desde então, vários casos humanos foram relatados na África Ocidental.

Em 1996, houve um surto de monkeypox na República Democrática do Congo, e em 1997, houve um surto na Zâmbia. Ambos os surtos foram controlados com sucesso com medidas de saúde pública.

Em 2003, houve um surto de monkeypox nos Estados Unidos, que foi atribuído a uma infecção transmitida por um rato Africano importado. Este surto foi o primeiro relatado fora da África.

Desde então, houve relatórios esporádicos de casos de monkeypox, principalmente na África Ocidental. O vírus é considerado endêmico na região e pode ser transmitido tanto por animais silvestres quanto por animais domesticados.

 

Sintomas

Monkeypox é uma doença infecciosa causada por um vírus chamado vírus da varíola dos macacos. Ele é similar à varíola humana, mas geralmente é menos grave.

Os sintomas da monkeypox geralmente aparecem entre 5 a 21 dias após a exposição ao vírus. A erupção cutânea inicialmente aparece na face e depois se espalha pelo corpo, geralmente acompanhada de vesículas e crostas.

A doença geralmente começa com sintomas semelhantes aos da varíola, como febre, dor de cabeça, dor muscular, dor de garganta, olhos vermelhos, erupção cutânea e linfonodos inchados. A erupção cutânea geralmente aparece primeiro na face e depois se espalha pelo corpo. A doença é transmitida principalmente através do contato direto com a pele ou secreções de animais infectados, como macacos, ratos e gambás, mas também pode ser transmitida de pessoa para pessoa.

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Formas de transmisao

A forma mais comum de transmissão é o contato direto com a pele ou secreções de animais infectados, como macacos, ratos e gambás. A transmissão também pode ocorrer através do contato com objetos contaminados, como roupa de cama ou utensílios de cozinha, ou através de contato direto com pessoas infectadas. O vírus também pode ser transmitido por via respiratória, mas isso é considerado menos comum.

É importante destacar que a transmissão humano-humano é possível, mas rara. O vírus é considerado menos contagioso do que a varíola. A transmissão humano-humano pode ocorrer através de contato direto com secreções de pacientes infectados, como secreções respiratórias, sangue, sêmen, leite materno, lágrimas ou vesículas.

A monkeypox é diagnosticada através de exames laboratoriais, como a detecção do vírus por PCR, sorologia ou detecção de antígeno. O tratamento é sintomático e inclui medidas de suporte, como administração de analgésicos e antipiréticos, e medidas de saúde pública, como o isolamento dos pacientes infectados e o rastreamento de contatos.

A doença é geralmente benigna e os pacientes se recuperam sem sequelas. Em casos raros, a doença pode ser fatal, especialmente em indivíduos com sistemas imunológicos comprometidos.

 

Medidas de prevenção

A prevenção do vírus da monkey-pox inclui medidas de saúde pública, tais como o isolamento de pacientes infectados, o rastreamento de contatos e a vacinação contra a varíola.

A vacinação contra a varíola pode conferir uma proteção parcial contra a monkeypox, mas não está claro se a vacinação é completamente eficaz. Além disso, é importante destacar que a vacinação contra varíola não é recomendada para pessoas que já tenham sido infectadas com monkeypox, pois pode causar uma doença mais grave.

Outra medida importante é evitar o contato com animais silvestres ou animais doentes, especialmente em áreas endêmicas da monkeypox. Se for necessário o contato com animais, é importante usar luvas e outros equipamentos de proteção pessoal.

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Além disso, é importante lavar as mãos com frequência e evitar o contato com pessoas ou objetos contaminados. É recomendado evitar o consumo de carne ou produtos de animais silvestres não cozinhados ou mal cozinhados.

Em caso de suspeita de infecção, é importante procurar atendimento médico imediatamente e informar sobre qualquer histórico recente de contato com animais ou pessoas infectadas.

Em caso de surtos, as autoridades de saúde podem tomar medidas adicionais, como restrições de viagem e quarentena, para controlar a disseminação do vírus.

Em geral, é importante manter-se informado e seguir as recomendações das autoridades de saúde para prevenir a monkeypox e outras doenças infecciosas.

 

Tratamento

O tratamento do vírus da monkeypox é geralmente sintomático e inclui medidas de suporte, tais como administração de analgésicos e antipiréticos para aliviar os sintomas da febre e da dor, e medidas para controlar a erupção cutânea, como a aplicação de cremes hidratantes e anti-inflamatórios.

Actualmente, não existe um tratamento antiviral específico aprovado para a monkeypox. A ciprofloxacina e a doxiciclina são drogas que foram utilizadas com sucesso em casos humanos, mas ainda não há evidências suficientes para recomendá-los como tratamento padrão.

A vacinação contra a varíola pode ser uma forma de prevenir a monkeypox. A vacinação contra a varíola pode conferir uma proteção parcial contra a monkeypox, mas não está claro se a vacinação é completamente eficaz. Além disso, é importante destacar que a vacinação contra varíola não é recomendada para pessoas que já tenham sido infectadas com monkeypox, pois pode causar uma doença mais grave.

Outra medida importante é o isolamento dos pacientes infectados e o rastreamento de contatos, para evitar a transmissão do vírus. Além disso, é importante evitar o contato com animais silvestres ou animais doentes, e lavar as mãos com frequência.

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Em casos graves, o paciente pode precisar de internação hospitalar para tratamento de suporte, como administração de fluidos intravenosos e oxigênio. Pacientes com sistemas imunológicos comprometidos, como os que sofrem de AIDS, podem necessitar de cuidados adicionais.

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Sobre Dra. Diliagni Tellez Matos 82 Artigos
Especialista em Clinica Geral, com Pós-graduação em Medicina Alternativa, cursos de Acupuntura, Terapia Auricular, Fitofármacos e Tratamentos Alternativos da Medicina Quântica. Membro da Associação Brasileira de Terapeutas Holísticos.

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